Segunda passada estava conversando com um amigo. Dizia que estava com medo por não estar com medo de ir morar com o namorado. Isso porque todas minhas amigas que já passaram pela experiência surtaram. Não que seja uma vasta gama, mas duas grandes amigas o fizeram e ambas tiveram seu momento de surto.
Mas eu não, faltam dois meses e estou bem faceira, mais preocupada com o fato de subir os móveis ao apartamento do qmorar com um menino, sair de casa, a coisa toda.
Porém, claro, alguém precisava surtar na história. E nesse caso, não fui eu. Sabe-se lá como, já que sempre sou a atordoada, a que toma remédios para ansiedade, a que vai ao psicólogo, a que bebe e gosta das DRs, a que... Bem, acho que já me fiz entender.
O fato é que ontem menino-quase-marido comentou que está com medo, afinal as coisas vão mudar, nós vamos nos mudar, e com isso teremos de manter uma casa, comida no pote da gata e ainda guardar dinheiro.
Engraçado, achava que isso me faria repensar e ter medo, só que a única coisa que me fez, na verdade, foi ficar orgulhosa por, pela primeira vez, ser a parte razoável da relação. Isso deve ser virar adulta, afinal.
sábado, 31 de dezembro de 2011
quinta-feira, 29 de dezembro de 2011
And I have to live with a boy...
Friends sempre tem algo que se encaixa em um momento de nossas vidas. No meu caso, hoje em dia, com certeza é essa parte abaixo apresentada.
O bem da verdade é que eu nunca tinha pensado na minha vida que iria um dia morar com um menino. Não por não gostar deles, pelo contrário, mas é que eu não sou exatamente uma pessoa de fácil convivência e entendimento. Conheço minhas limitações e ser gentil de TPM ou aguentar certas coisas masculinas definitivamente estão fora da lista.
Mas, como a vida é uma caixinha de surpresas, já diria Joseph Climber, apareceu há exatos 3 anos e 1 mês atrás, um menino que conseguiu lidar com meus defeitos e que consegue me amar muito mais do que eu imaginava que um dia seria possível acontecer. E decidimos morar juntos.
Então, esse blog será sobre nossa vida conjugal (que vai começar na mesma casa a partir de fevereiro), dicas que eu venha a conseguir durante o caminho e, bem, para não enlouquecer porque me parece que todas as mulheres que juntas suas calcinhas na gaveta de cuecas de algum cara, hora ou outra, acabam surtando. Tai a Mônica que não me deixa mentir.
O bem da verdade é que eu nunca tinha pensado na minha vida que iria um dia morar com um menino. Não por não gostar deles, pelo contrário, mas é que eu não sou exatamente uma pessoa de fácil convivência e entendimento. Conheço minhas limitações e ser gentil de TPM ou aguentar certas coisas masculinas definitivamente estão fora da lista.
Mas, como a vida é uma caixinha de surpresas, já diria Joseph Climber, apareceu há exatos 3 anos e 1 mês atrás, um menino que conseguiu lidar com meus defeitos e que consegue me amar muito mais do que eu imaginava que um dia seria possível acontecer. E decidimos morar juntos.
Então, esse blog será sobre nossa vida conjugal (que vai começar na mesma casa a partir de fevereiro), dicas que eu venha a conseguir durante o caminho e, bem, para não enlouquecer porque me parece que todas as mulheres que juntas suas calcinhas na gaveta de cuecas de algum cara, hora ou outra, acabam surtando. Tai a Mônica que não me deixa mentir.
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